domingo, 30 de janeiro de 2011

A norma


Não imaginam a quantidade de raparigas licenciadas, de universitárias a trabalhar como acompanhante.
Há uns anos a esta parte que este "mercado" explodiu. Muitos homens, com poderio económico que recorrem aos serviços de profissionais, preparadas para lhes dar exactamente aquilo que eles querem.
E as raparigas de anúncios de jornal, prostitutas vulgares ( não estou a fazer qualquer juízo nem a criticar, porque a diferença entre mim e elas é que sou mais preparada e cobro 20 vezes mais), mas essas são vistas com "meia hora de prazer", e absolutamente nada mais.
O principal objectivo deste blog é sobretudo poder mostrar às pessoas que são menos tolerantes e mais fechadas, mais antiquadas, que ser acompanhante de luxo não é uma vergonha. Não deve ser motivo para apontar de imediato o dedo na rua.
Quero que esta profissão seja vista como algo relativamente normal - não por mim, porque estou já em "final de carreira". Mas quero ajudar a mudar as mentalidades, e provar que a prima, a amiga, uma vizinha, ou quem sabe a própria irmã pode ser acompanhante de luxo. 
Porque, na verdade, os clientes são de carne e osso, são pessoas por quem toda a gente tem consideração, e são certamente pessoas amadas, pais, irmãos, tios, etc. É um circulo grande que se cria.
E portanto, é preciso fomentar o respeito. E sobretudo, acabar com o preconceito.
Estamos no século XXI gente! Open your eyes!

1 comentário:

  1. Boa iniciativa...

    Aproveito para deixar o endereço do meu blog http://viagemsemretorno.blogspot.com/

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