quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O trabalho mais estranho que já tive

Nos anos que levo desta profissão, tenho centenas de estórias para contar. Umas hilariantes, outras deprimentes, e outras ainda absolutamente sinistras, como por exemplo esta que vos resolvo contar hoje.

Numa tarde de verão em 2008, o meu agente ligou-me a dizer que tinha um trabalho para mim, mas que era um trabalho muito específico, e que por isso, teria que reunir-me previamente com o cliente para discutir os detalhes do "trabalho".
Perguntei ao meu agente se o cliente era de confiança, ao que ele prontamente respondeu que sim " é um vice-presidente de uma camara municipal, por isso podes estar descansada".

Reuni-me com o tal cliente dois dias depois, num local indicado por ele, um restaurante.
Quando cheguei ao restaurante, deviam ser umas 5 da tarde, hora que ficou definida para nos encontrarmos.

Quando entrei, deparei-me com um restaurante totalmente vazio, tinha apenas uma mesa e duas cadeiras. Estava em obras de remodelaçao, viria eu a saber mais tarde.
Ao longe, lá estava o cliente, de cigarro na mão.
Aproximei-me. Ele, um tipo baixo, com barriga apesar de não ser propriamente gordo, com uma barbicha e óculos de massa. Devia ter pelo menos 60 anos.
Pensei de imediato, "foda-se, o meu agente sabe perfeitamente que não faço este tipo de clientes!"
"Viva, sente-se", disse ele, visivelmente nervoso, enquanto puxava uma das cadeiras da mesa para que eu me sentásse.

Começou a falar comigo e a explicar aquilo que queria. Disse-me que não queria fazer sexo comigo. Que queria ver-me a fazer sexo com outro homem.
Perguntei-lhe então, qual era esse outro homem, se ele mo ia indicar.
Ele respondeu-me "é o meu filho".
Quando ele me disse aquilo, fiquei petrificada. Por que raio quereria o homem ver o filho a fazer sexo com uma gaja?! Achei doentio.
Não me segurei e respondi "bom, isso é um bocado estranho, qual é o objectivo?".
Respondeu-me que era um homem rico, com a vida perfeitamente construída, mas que achava que o filho era homossexual, e esse era o seu maior desgosto. Para desfazer as dúvidas, queria contratar-me para ver se o filho me "comia". Se o filho me "comesse", era sinal que não era gay, e portanto, estaria habilitado a ser um bom herdeiro.

Então, o plano era eu aproximar-me do filho (fazendo de conta que era a nova empregada doméstica de casa dele), e conseguir fazer com que ele, logo na 1a noite, tivesse sexo comigo. O acto seria visto pelo Pai, que estaria por tras de um espelho falso do quarto a ver a cena toda.
Quando conseguisse levar o filho dele para o quarto, teria que dar um toque para o telemóvel dele, era esse o sinal.
Disse-lhe que era algo dificil de entender. Ele disse-me que me pagava 2500 euros pelo trabalho.
Disse-me ainda que se o filho não me fizesse na 1a noite, que eu me podia vir embora, e que me pagava 500euros.
Não havia risco. Era dinheiro fácil. Aceitei de imediato.

Cheguei a casa dele uns dias depois, tal como tinhamos combinado, e apresentei-me como a nova empregada. Cheguei as 5 da tarde, e o filho ainda nao estava em casa.
Chegou uma hora depois. Comecei de imediato o jogo de sedução. Ás 8 da noite, ele já estava a convidar-me para ir para o quarto. Assim fiz. Antes disso, dei um toq ao pai dele, como combinado.
Chegamos lá, ele atirou-me para cima da cama, começou a tirar-me violentamente a roupa enquanto me chamava "sopeirinha". Ele estava louco, parecia um touro. Pensei eu "este de panilas não tem nada!".
Fez-me de tudo, lambeu-me as mamas, fez-me um minete de 10 minutos, pediu que eu o mamásse.
Depois, comeu-me em 4 ou 5 posições. Foi excelente! De tal forma, que durante o acto, nem sequer me lembrei que o pai dele estava a ver tudo. Grande foda. Vim-me duas vezes. Coisa que raramente me acontece com clientes. Sinceramente, depois de ele se vir para cima de mim, até estava com vontade de repetir, de ficar ali a foder a noite inteira. Mas tive que ser profissional. Virei-me para ele, pisquei-lhe o olho, e disse-lhe "demito-me!". Vesti-me, virei costas, e vim embora,

Quando estava a sair de casa dele, no fim do trabalhinho, vi o pai e o filho juntos a rirem-se e a abraçarem-se. Ainda hoje não percebi bem a situação. Fiquei com a ideia que foi uma coisa combinada pelos dois, só não sei com que objectivo.
Apesar de tudo, essa tara, rendeu-me 2500 euros, e com isso, acabei por não trabalhar no mês de Agosto. Tirei férias, e só voltaria à carga em Setembro.

Mia

1 comentário:

  1. nossa muito louca essa historia mas valeu seu blogger é muito legal,nunca faça nada pensando nos outros,num que vão pensar de vc,faça por vc isso sim vale a pena...

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